Pensão por morte + Bolsa Família é possível desde que APRESENTE ESSE documento; confira os detalhes

No Brasil, muitas famílias dependem de benefícios sociais e previdenciários para garantir seu sustento diário. Uma das dúvidas frequentes é se é possível acumular a pensão por morte com o Bolsa Família. Neste artigo, exploramos essa questão, além de destacar a importância desses programas para a proteção social das famílias em situação de vulnerabilidade econômica.

O que é a pensão por morte?

A pensão por morte é um benefício previdenciário concedido aos dependentes de um segurado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que falece. Seu objetivo é proporcionar uma fonte de renda aos familiares do falecido, ajudando a manter sua qualidade de vida em um momento tão difícil. O valor é calculado com base na média dos salários de contribuição do segurado nos últimos 36 meses antes do óbito, com uma cota familiar que varia conforme o número e a condição dos dependentes.

Os principais beneficiários incluem cônjuges, companheiros, filhos menores de idade, filhos inválidos de qualquer idade, pais dependentes economicamente e irmãos menores não emancipados que comprovem dependência econômica.

O que é o Bolsa Família?

O Bolsa Família é um programa de transferência direta de renda do Governo Federal, destinado a famílias em situação de pobreza e extrema pobreza. Além do apoio financeiro, o programa oferece acompanhamento social para garantir o acesso à alimentação, educação e saúde, promovendo a inclusão social e melhorando a qualidade de vida dos beneficiários.

Para manter o benefício do Bolsa Família, é necessário cumprir condições como manter a frequência escolar das crianças e adolescentes da família, garantir a atualização do calendário de vacinação e cumprir outras contrapartidas estipuladas.

Acúmulo de Pensão por Morte e Bolsa Família

Sim, é possível acumular a pensão por morte com o Bolsa Família, desde que a renda familiar, após inclusão da pensão por morte, continue dentro dos critérios de elegibilidade do Bolsa Família. Isso significa que a família beneficiária deve continuar atendendo aos requisitos de renda e demais condições do programa.

Manter os dados cadastrais atualizados no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) é essencial para garantir o acesso contínuo aos benefícios. O CadÚnico é utilizado para verificar a situação socioeconômica das famílias e garantir que os benefícios sejam direcionados às pessoas que realmente necessitam.

O acúmulo da pensão por morte com o Bolsa Família pode oferecer um importante suporte financeiro para famílias em situação de vulnerabilidade social, ajudando a garantir seu sustento e promovendo condições dignas de vida. É fundamental que os beneficiários estejam cientes das condições para o acúmulo dos benefícios e mantenham seus dados atualizados nos sistemas governamentais. Assim, podem garantir o acesso contínuo aos programas que são essenciais para o bem-estar e desenvolvimento das famílias brasileiras.

Como entrar com o pedido de pensão por morte?

Para entrar com o pedido de pensão por morte no Brasil, siga estes passos básicos:

  1. Documentação Necessária: Reúna os documentos essenciais, que incluem:
    • Certidão de óbito do segurado falecido.
    • Documentos de identificação do requerente (como RG e CPF).
    • Certidão de casamento ou união estável, se aplicável.
    • Certidão de nascimento dos filhos menores de idade.
    • Comprovação de dependência econômica, se necessário.
  2. Acesso ao Meu INSS: O pedido pode ser feito de forma online através do site Meu INSS (https://meu.inss.gov.br/) ou pelo aplicativo Meu INSS, disponível para Android e iOS.
  3. Cadastro e Login: Caso ainda não tenha cadastro, será necessário criar um perfil no site ou no aplicativo, seguindo as instruções de registro.
  4. Iniciar o Pedido: Após acessar o sistema, localize a opção para “Solicitar Benefício”. Escolha “Pensão por Morte” e siga as instruções para preencher o formulário de requerimento.
  5. Envio da Documentação: Digitalize ou fotografe os documentos necessários e anexe-os ao pedido de pensão por morte.
  6. Acompanhamento: Após enviar o pedido, acompanhe o status da solicitação pelo Meu INSS. O sistema também permite receber atualizações sobre o processo por meio de notificações.
  7. Atendimento Presencial: Caso prefira, é possível realizar o pedido presencialmente em uma agência do INSS. Neste caso, é recomendado agendar um horário através do site ou telefone para evitar filas e agilizar o atendimento.
  8. Prorrogação de Prazo: O prazo para solicitar a pensão por morte é de até 60 dias a partir da data do óbito do segurado. É importante não deixar ultrapassar esse período para garantir que o benefício seja concedido sem problemas.

Seguindo esses passos, você estará iniciando o processo para requerer a pensão por morte, um benefício essencial para garantir suporte financeiro às famílias que perderam um ente querido segurado pelo INSS.

Vitória Tormen

Natural de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, sou uma profissional comprometida com o desenvolvimento de conteúdos e a criação de posts otimizados para o Google News e Discover. Possuo uma vasta experiência em SEO técnico e SEO de conteúdo, garantindo que o material… Mais »